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Euphydryas aurinia


Nome cientifico : Euphydryas aurinia
Classe:
Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família : Nymphalidae

Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Tamron 90mm 2.8 DI
Fhash Canon 580 EXII

Técnica Fotográfica:
O flash serviu como flash de enchimento.

Local: S. Julião, Portalegre

Cucullia chamomillae

Nome cientifico : Cucullia chamomillae
Classe:
Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família : Noctuidae


Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Tamron 90mm 2.8 DI
Fhash Canon 580 EXII
Tripé 055 XproB

Técnica Fotográfica:
Usei tripé para ganhar estabilidade.
O flash serviu como flash de enchimento.

Local: Reguengo, Portalegre

Hirundo rustica (Andorinha-das-chaminés)



Nome cientifico : Hirundo rustica
Classe:
Aves
Ordem: Passeriformes
Família : Hirundinidae


A andorinha-das-chaminés (Hirundo Rustica), é uma ave migratória que pertencente à família das andorinhas. É a espécie de andorinha bastante comum em Portugal e em muitos países do mundo.

Alimenta-se exclusivamente de insectos, capturados em voo, pelo que encontra-se sempre em climas com abundância de insectos voadores.

A parte superior da cabeça e do corpo é azulada, tem a cauda comprida profundamente bifurcada e asas curvadas e pontiagudas.

Encontra-se geralmente em campo aberto ou em aldeias e vilas. Constrói os seus ninhos fechados em forma de taça com lama e palha em celeiros, estábulos, alpendres, ou outros locais semelhantes, por vezes em colónias.

Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Tamron 90mm 2.8 DI
Fhash Canon 580 EXII
Tripé 055 XproB
Abrigo Fotográfico

Técnica Fotográfica:
Usei tripé para ganhar estabilidade.
O flash serviu como flash de enchimento.

Local: Arronches, Portalegre

Polygonia c-album


Nome cientifico : Polygonia c-album
Classe:
Insectos
Ordem: Lepidoptera
Família : Nymphalidae

A Polygonia c-album é comum no norte e centro de Portugal. Com uma envergadura de 40/50 mm tem um recorte alar inconfundível e possui um "C" branco na face inferior da asa posterior.
Encontra-se geralmente nas florestas, campos abertos e jardins, até aos 1000m de altitude. Entre Junho e Setembro encontram-se espécies adultas, que surgiram em Março após hibernização.
Alimenta-se de urtigas, abrunheiro, olmos, choupos, lúpulo, aveleira, etc.

Os seus ovos são verdes, estriados, sendo colocados um a um sobre as folhas das plantas. A lagarta é espinhosa, castanha, com uma mancha dorsal branca nos segumentos terminais.

Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Tamron 90mm 2.8 DI
Fhash Canon 580 EXII + Difusor
Tripé 055 XproB

Técnica Fotográfica:
Usei tripé para ganhar estabilidade.
O flash serviu como flash de enchimento.

Local: Parque Natural da Serra de S. Mamede, Portalegre, Reguengo

Micrommata ligurina


Nome cientifico :
Micrommata ligurina
Classe: Arachnida
Ordem: Araneae
Família : Sparassidae

Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Tamron 90mm 2.8 DI
Fhash Canon 580 EXII

Técnica Fotográfica:
Usei tripé para ganhar estabilidade.
O flash serviu como flash de enchimento.

Local: Parque Natural da Serra de S. Mamede, Portalegre, S. Julião / Monte-Sete

Picanço-barreteiro (Lanius senator)



Nome cientifico : Lanius Senator
Nome comum : Picanço-Barreteiro
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família : Laniidae

O Picanço-barreteiro (Lanius senator) é um passeriforme predador, que passa o Inverno em zonas situadas a sul do Sahara e vem a Portugal, na Primavera para nidificar. É uma ave passeriforme lanídea com cerca de 17 cm, com a nuca e a garganta castanho-encarniçado, sendo resto da plumagem em tons de branco e preto. O manto (costas) é negro nos machos sendo ligeiramente mais claro nas fêmeas. A fêmea apresenta um padrão semelhante, no entanto, as suas cores são menos vistosas.

O picanço-barreteiro aparece em todos os países do Mediterrâneo, incluindo Portugal, habitando pomares soalheiros e secos, e terrenos de arbustos.

A sua alimentação é composta essencialmente por insectos, tais como os gafanhotos e escaravelhos, consumindo, por vezes, pequenas aves e invertebrados em menor quantidade.

O ninho é construído pela fêmea, com flores e penas de outras aves, nas árvores a grande altura. O choco dura à volta de 16 dias, sendo o seu em fins de Maio.

Em Portugal é uma espécie abundante, sobretudo no Sul, sendo rara no Litoral Centro e Norte, onde o clima é mais húmido.

Material fotográfico utilizado:
Canon 400D
Kenko TC 1.4x
Canon EOS 70-200 F4L

Técnica Fotográfica:
Usei abrigo, para tentar a maior aproximação possível e tripé para obter maior sustentabilidade para o material. Dadas as boas condições de luz, usei ISO 100.

Local: Portalegre